Comunicado ABAP/RS, ARP e SINAPRO-RS

Preocupados com o momento que estamos vivendo no mundo e atentos aos desdobramentos no Rio Grande do Sul, ABAP/RS, ARP, e SINAPRO-RS, entidades ligadas ao mercado publicitário manifestam recomendações ao trade visando alinhar as medidas e ajudar na redução da curva epidemiológica do COVID-19.

Além de todas as precauções de higiene e preservação, todas amplamente divulgadas nos canais essenciais e nossas redes sociais, sugerimos:

Agências de propaganda, digitais, escritórios de serviço de design e afins: Vamos atingir a meda de 100% home office em suas equipes durante o período de controle (o SINAPRO-RS disponibiliza uma minuta de contrato para trabalho remoto temporário). Além disso, acordar com clientes a suspenção de trabalho que necessitem envolvimento de produção externa e/ou aglomeração de profissionais, mesmo em locais abertos.

Produtoras: seguindo a mesma linha, sugerimos a suspensão das produções de vídeos, fotos e todas que possam gerar formação de equipes presenciais.

Fornecedores em geral: da mesma forma, sugerimos trabalhar apenas com o estritamente necessário e buscando o modelo home office em 100% de suas equipes.

Neste momento, a maior preocupação das entidades e de todos deve ser a preservação da saúde. Zelar pelos profissionais é cuidar do nosso mercado.

Fique em casa.

Distante estamos perto.

Abrace com o coração.

Comunicado importante: COVID-19

A FENAPRO e o SINAPRO RS recomendam, em primeiro lugar, bom senso.

 

Ao que tudo indica, aproxima-se um momento de colaboração em todo o Brasil diante da epidemia que pode vir a ocorrer. Especialistas recomendam a união de todas as iniciativas para que a curva da epidemia seja reduzida evitando, assim, um possível colapso de saúde pública. Diante disso, elaboramos uma série de recomendações para auxiliar as agências de Publicidade e Propaganda quanto as questões trabalhistas.

Importante ressaltar que, estamos falando de questões legais e importantes para aquelas agências que decidirem realizar o trabalho remoto total ou parcial de sua equipe, bem como, esclarecer algumas possibilidades legais para o período.

Entendemos que informações sobre cuidados e prevenção de higiene estejam circulando com fontes de extrema relevância.

Portanto este comunicado tange apenas as orientações legais que podem ser pertinentes ao momento que estamos passando.

Alternativas previstas quanto a organização de equipe de trabalho:

 

Férias Coletivas: podem ser concedidas a todos os empregados ou apenas a alguns setores ou filiais, devendo haver a comunicação prévia ao Ministério da Economia (antigo Ministério do Trabalho), na forma do artigo 139, p. 2º da CLT. Atenção: violando a regra contida no artigo 135 da CLT, há risco de futuro questionamento acerca da validade da concessão das férias coletivas.

Licença remunerada: situação epidemiológica se enquadra na categoria de força maior (art. 501 da CLT), poderá ser adotada a regra contida no artigo 61, p. 3º da CLT, isto é, o empregado interrompe a prestação de serviços, recebendo os salários do período e quando retornar o patrão poderá exigir, independente de ajuste escrito, até 2 horas extras por dia, por um período de até 45 dias, para compensar o período de afastamento. A Lei 13.979/19 prevê medidas de afastamento, quarentena e restrição de circulação, sendo assim o empregado recebe seus salários sem trabalhar naquele período.

            – Alternativa individual: outra alternativa, individual, é buscar o acordo junto ao Sindicato dos Trabalhadores que representa os funcionários da agência, prevendo período e alternativas de remuneração e compensação.

Importante ressaltar: a responsabilidade subjetiva do patrão pode ser afastada pela utilização de medidas de precaução, como higiene constante do local de trabalho, máscaras, luvas, álcool gel etc. Por isso, todas estas práticas devem ser documentadas para evitar futura alegação de responsabilidade patronal pelo contágio.

 

 Nota especial sobre trabalho Home office/ teletrabalho:

O SINAPRO/RS, diante da declaração da Organização Mundial de Saúde sobre a pandemia de corona vírus em decorrência do aumento no número de casos em escala mundial, vem, por meio deste comunicado, recomendar às Agências associadas que adotem medidas temporárias para a prevenção e combate à transmissão do COVID-19.

Dentre tais medidas, sugere que as empresas que assim o decidirem, estabeleçam temporariamente, na medida do possível, o regime de teletrabalho para todos os seus empregados, a fim de conter o risco de propagação e/ou transmissão do COVID-19.

Alternativamente, se tal não for possível, orienta que as empresas estabeleçam o regime de teletrabalho pelo menos para empregados que apresentem qualquer sintoma relacionado ao COVID-19, de modo a evitar o contato dos colegas de trabalho com pessoas possivelmente infectadas, contendo o risco de contágio entre seus empregados.

Com relação aos cuidados a serem adotados, cada empresa deverá estabelecer como colocará em prática o regime de teletrabalho, como, por exemplo, o fornecimento de equipamentos de trabalho, custos das atividades, etc.

A Lei de Modernização Trabalhista (Lei 13.467, de 13/07/2017) disciplina o teletrabalho no art. 75-B da CLT, assim considerando “a prestação de serviços preponderantemente fora das dependências do empregador, com a utilização de tecnologias de informação e de comunicação que, por sua natureza, não se constituam como trabalho externo”.

Estará, portanto, no regime jurídico do teletrabalho o empregado que passar a exercer seu trabalho fora da empresa, normalmente em local específico, sem necessidade de se locomover, como na própria residência, por exemplo, usando os recursos da tecnologia da informação e da telecomunicação, por meio da internet, email, WhatsApp, Facebook, para recebimento e envio das tarefas ao/pelo empregado.

Em regra, os teletrabalhores estão excluídos do controle da jornada. Contudo, aqueles que sofrerem vigilância dos períodos de conexão, controle de login e logout, localização física, pausas ou ligações ininterruptas para saber o andamento dos trabalhos, estarão enquadrados no controle da jornada e poderão, se for o caso, fazer jus inclusive a eventuais horas extras.

O fato de eventualmente o empregado ir na empresa não afasta sua condição de teletrabalhador.

No parágrafo primeiro do art. 75-C da CLT está previsto o “mútuo acordo” para o início do teletrabalho. Neste sentido, enviamos um modelo simples e básico a ser complementado pelas Agências atendendo as peculiaridades de cada uma.

As principais questões da relação de teletrabalho são regidas pelo contrato entre as partes, sendo que na falta de estipulação, considerar-se-á que os instrumentos de trabalho respeitantes a tecnologias de informação e de comunicação utilizados pelo trabalhador pertencem ao empregador, que deve assegurar a instalação e manutenção, bem como o pagamento das despesas decorrentes.

O SINAPRO/RS permanece à disposição para quaisquer questionamentos.

 

Porto Alegre, 16/03/2020.

Convocação: Edital BANRISUL.

Associados SINAPRO-RS,

Estamos convocando todas as agências interessadas para definição, em conjunto, de medidas protetivas quanto aos rumos do Edital Público 572/2019 do Banrisul.

A preocupação da entidade se dá pela falta de retorno quanto ao documento entregue e protocolado em 29/11/2019, onde itens de suma importância para todo o mercado, principalmente para o cliente ainda não foram respondidos.

A reunião extraordinária ocorrerá dia 12/12/2019, às 11:00, na sede do SINAPRO-RS.

Ajustar antes para encaminhar sem problemas depois.

Favor confirmar sua presença, via whatsApp do nosso executivo: Max Rathke – (51) 99146-5114.

Fernando Silveira
Presidente SINAPRO-RS

Liberdade de expressão – Editorial e Comercial

Porque  hoje é  4 de Dezembro, – Dia Mundial da Propaganda escolhemos falar sobre um assunto que para nós é altamente preocupante:

com  o boicote que estão engendrando contra  a TV Globo, Folha de São Paulo, Estadão, O Globo, Valor Econômico  e outros meios de comunicação dos mais importantes do país  e  com a absurda recomendação de que ”é pecado”  consumir produtos anunciados nesses veículos de comunicação, nossos “torquemadas”  de plantão  estão cometendo o maior atentado que já vimos em nossos mais de 60 anos trabalhando como profissional de publicidade, contra duas das mais importantes liberdades do ser humano, a liberdade de expressão editorial e a liberdade de expressão comercial.

 

Explicando melhor para ver se eles serão capazes de entender:

 

tolhendo a primeira,  editorial,  vamos ter uma informação de baixa qualidade, pois só os meios mais fracos vão abrir espaço para o que eles quiserem informar. Nada muito diferente do que acontecia durante a inquisição quando os donos da informação mentiam e inventavam  a seu bel prazer, dogmas inexplicáveis para a inteligência do ser humano e muitos absurdos que enfiaram “goela a dentro” da humanidade  por tanto tempo, que e ainda hoje, esta não consegue digerir. Vale lembrar também  que na Alemanha de Hitler, onde o seu ministro das comunicações Joseph Goebels implantava impunemente o seu “Principio do Silencio”que não era outra coisa, a não ser ocultar toda informação que não fosse conveniente para os nazistas. E aí tome mentiras e mais mentiras. Até parece foi ele quem inventou a tal de Fake News.  E o pobre povo alemão naqueles dias,  que tendo acabado de perder a primeira guerra mundial,  mesmo com  toda a sua cultura, banalizou as mentiras de Hitler, Goebels “et caterva” e  se deixou envolver numa trama que por pouco não dizimou com  toda a Europa.

Com relação à segunda, a expressão comercial, interferir na  liberdade de o anunciante investir seu dinheiro colocando sua propaganda de forma  planejada e inteligente,onde bem entender e o consumidor de usar de suas prerrogativas para  escolher o que melhor lhe convier é mais uma ingerência  inqualificável, por quem não tem a menor noção do que seja  liberdade, principalmente de expressão editorial e comercial

Na propaganda sempre resistimos a absurdos como esses. Porque sempre  acreditamos que crise é véspera de solução.

Vamos resistir mais uma vez amigos?

SINAPRO-RS CONTESTA ITENS DO EDITAL DO BANRISUL | POR QUE?

Prezado Associado SINAPRO-RS:

Após muito analisar, avaliar e trabalhar avaliando um contexto amplo e de construção de um mercado alinhado, o SINAPRO-RS apresentou hoje, sexta-feira, o documento legal para que a Comissão de Licitação do Banrisul ajuste importantes pontos do edital.

Segue nossa Nota de Esclarecimento para tal medida:

SINAPRO-RS CONTESTA ITENS DO EDITAL DO BANRISUL | POR QUE?

Um dos papéis mais relevantes que Sindicato das Agências de Propaganda no RS mantém é orientar, acompanhar e contestar editais públicos para a escolha de agências de propaganda em nosso Estado. Está em andamento um dos editais mais importantes para a indústria da comunicação, aberto em outubro de 2019 e que terá sua primeira sessão de abertura em 18 de dezembro de 2019, o edital do Banrisul. Cumprindo sua missão, o SINAPRO-RS encaminhou nesta sexta-feira (29/11) um pedido de revisão em alguns itens que podem comprometer a concorrência e, com isso, abrir possibilidade de futuras ações judiciais, o que certamente irá atrasar ou até inviabilizar o certame, algo que não é interessante para a marca do Banrisul e nem para o mercado publicitário.

O teor do documento encaminhado para a Comissão de Licitação do Banrisul avaliar e ajustar traz itens pontuais e importantes. Entre eles, está o problema de entendimento para compra e faturamento das mídias digitais, o que pode causar graves problemas futuros ao Banco e ao parceiro que for escolhido.
Além disso, são exigidos das agências participantes a contratação de profissionais fixos na estrutura da empresa em funções que não são coerentes ao negócio da propaganda, funções específicas de tecnologia da informação, em relação a equipe técnica o edital exige ainda a comprovação de experiência através de contratos ou carteira de trabalho, o que fere o direito à privacidade dos colaboradores pois torna públicas informações pessoais, o que certamente, dará argumento para ações judiciais complexas e morosas.

Outro ponto questionado é uma qualificação entre as concorrentes pontuando porte e tradição dos clientes das concorrentes, bem como privilegiando na avaliação quem possui clientes de abrangência nacional, sendo que o edital é para banco com atuação estritamente regional. Essa exigência em relação aos clientes da agência deixa a disputa desigual e exclui grande parte do nosso mercado, deixando de valorizar empresas de porte médio e pequeno que possuem portfólio e qualificação para concorrer.

Além desses, foram apontadas no total 11 itens em que a assessoria jurídica da entidade orienta para que o edital siga todos os preceitos das leis que regem o mercado de publicidade e da lei de licitações nacional.

Buscando sempre contribuir com o mercado, o SINAPRO-RS tem convicção de que seu papel é essencial para as boas relações entre as agências e seus clientes públicos, sempre primando pela ética, transparência e a equidade entre todos que querem participar dos processos licitatórios.

Fica a expectativa para o acolhimento, correção e agilidade para que a escolha das agências vencedoras aconteça dentro do prazo e da lisura que merecem.

Porto Alegre, 29 de novembro de 2019.

Fernando Silveira – Presidente do SINAPRO-RS

Uma nova consciência

Tem muita gente que desconhece o significado do vocábulo consciência. É claro que este não é caso do nosso leitor, mas ainda assim, tomo a liberdade de comentar um pouco daquilo que pensam os nossos grandes dicionaristas como o mestre Aurélio e outros: “a consciência é uma das mais importantes qualidades do ser humano, pois é ela que nos dá a capacidade de perceber, avaliar e medir os  aspectos fundamentais de nossa existência, como por exemplo fazer as nossas escolhas de uma forma que seja útil para nós mesmos e para toda a humanidade principalmente. A inconsciência é o contrário de tudo isso.

Jean Paul Sartre pontificava que “a vida é um permanente exercício de equilíbrio entre escolha e consequência” Esse pensamento do grande filosofo francês nós leva a entender que tudo o que acontecer de certo ou errado, de bom ou de ruim conosco, é consequência da escolha certa ou errada que fizemos ali atrás.

Refletindo bem sobre esse pensamento de Sartre, vamos concluir que ele abarca todos os aspectos de nossa vida, pessoal, profissional, espiritual  e  etcetera  e tal, pois tudo o que fazemos é movido pela consciência e liberdade de pensar e agir. Assim, é a consciência  que nos leva a escolher certo ou errado, por exemplo,  a família que queremos ter no futuro, os nossos amigos, o deputado que vai nos representar no Congresso, o Vereador que vai responder pelos feitos da cidade onde vivemos, o presidente da República que deveria ser uma espécie de diretor ou gerente de uma grande empresa e é claro que seria o maior responsável pela escolha de uma equipe de trabalho preparada para responder por todos os erros e acertos que ocorressem em sua gestão.

Poderíamos citar milhares de exemplos mas vamos nos  cingir a apenas alguns, como estes,  que permeiam o nosso dia a dia e que são a causa da maioria dos males que nos afetam a todos, porque quando esse dirigente não tem consciência e capacidade de perceber o que acontece à sua volta, os resultados de  suas escolhas erradas podem  ser fatais  para a grande empresa que aqui chamamos de país.

Michel Serres pensador francês  em seu olhar para o futuro dizia que estavam destruindo o mundo em vários sentidos e uma alternativa salvadora viria de  uma nova educação que daria para as novas gerações, uma nova consciência das necessidades de mudar as coisas.

E o que a propaganda tem a ver com isso?

A questão de consciência se aplica, repetimos,  a todas as atividades do ser humano e todo esse introito  tem como objetivo fazer uma  avaliação do futuro de nossa atividade a propaganda brasileira. Para tanto elencamos algumas perguntas que nem precisam ser respondidas, mas sim, refletidas  por todos nós que nela trabalhamos:

A – A quantas anda o negócio da propaganda no Brasil?

B – É possível recuperar a relevância que sempre tivemos?

C – Nós estamos cobrando um preço justo pelo trabalho que entregamos?

Julio Ribeiro dizia sempre: faça um trabalho sério, de qualidade e assim, cliente nenhum do mundo vai lhe pedir para rebaixar seu preço.

D – Alguma vez nós pensamos na importância do trabalho que fazemos para o nosso cliente e também, no valor  que esse  trabalho transfere para a nossa atividade. Foi o nosso bom trabalho: serio, ético, e acima de tudo profissional,  que nos fez respeitados até aqui.

E– Até quando vamos continuar correndo atrás de soluções que os políticos possam dar aos nossos problemas?  Será que percebemos que o nosso problema não é o mesmo deles?

Voltando um pouco ao filosofo Michel Serres, ele dizia: “o sistema politico não é determinante , pois os políticos, na sua maioria,  são ligados a setores econômicos que destroem o planeta…”

Ora esses setores econômicos só cuidam de seus interesses pecuniários. Vimos isso recentemente no lava jacto e noutros processos, de tão triste memória

Amigos se permitem gostaria de colocar uma pergunta:

Será que não está hora de pensarmos numa nova consciência sobre o que fazer para recuperar os valores que estamos perdendo?

Humberto Mendes

Um milagre da propaganda

De repente me veio a ideia de falar um pouco sobre alguma coisa que não seja tão séria e sisuda como as que esse velho e quixotesco publicitário anda escrevendo pela vida a fora. O texto abaixo, de autor desconhecido,  é uma historinha que aprendi por aí, nas minhas andanças e publiquei  há bastante tempo no Propmark e  em um  de  meus livros, uma segunda edição revista e atualizada  do Crônicas de Propaganda. Está sendo lembrado agora porque nos últimos tempos nossa atividade tem sofrido tantos ataques absurdos de gente que não tem a menor noção do que fazemos e da importância de nossa atividade para o desenvolvimento do país e do ser humano.

 

Como diziam Tom e Vinicius, “é melhor ser alegre que ser triste…”então  vamos à nossa historinha:

 

“o dono de um pequeno comércio, amigo do poeta Olavo Bilac abordou-o na rua:

– Senhor Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece . Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal?

O poeta apanhou um papel e escreveu : “Vende-se encantadora propriedade onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas  e margeantes águas de um ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes na varanda…”

Meses depois topa o poeta com o homem e pergunta–lhe se havia vendido o sítio. – Nem penso mais nisso – disse o homem – quando lí o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!

 

Às vezes, amigos ,  não descobrimos as boas coisas que temos conosco e vamos longe, atrás de miragens e falsos tesouros. Valorize o que você tem , a pessoa que está a seu lado, os amigos , o seu trabalho, o conhecimento adquirido, a sua saúde, o sorriso, o amor, a pessoa amada, enfim,  tudo aquilo que a vida lhe ajudou a conquistar.

 

Mas também, tem momentos  em que é  preciso que uma atividade humana e eficaz como a publicidade, veiculada ou não, precisa nos mostrar tudo isso.

 

Humberto Mendes

 

Em defesa de um mercado mais forte

O SINAPRO-RS em defesa de um mercado publicitário mais forte tem realizado inúmeras iniciativas e entre elas o monitoramento e acompanhamento de editais de escolha de agência por entidades públicas.

Está em andamento o processo de escolha de agência de Prefeitura de Caxias do Sul e o edital publicado fere a lei da propaganda em sua essência, além de possuir outros detalhes que precisam ser corrigidos para que o processo seja encaminhado com clareza e equidade.

Foi encaminhado a Comissão de Licitação do Município de Caxias do Sul um pedido de Impugnação com divergências ao edital. Esse documento foi recebido há 2 semanas atrás e respondido ontem 6 de agosto, no final da tarde, sem argumentos e respostas consistentes por parte da Prefeitura, sendo que a sessão de abertura dos envelopes estava agendada para a manhã dessa quarta-feira, 7 de agosto.

Em respeito às agências participantes e com o objetivo de preservação do nosso negócio e segundo a lei de licitações 12.232/2010, entramos com uma liminar ontem, durante o dia, por não termos recebido resposta a nossa impugnação, o que foi acolhido pelo juiz do município de Caxias, que suspendeu a sessão dessa manhã.

Esperamos que nossas solicitações sejam atendidas e o edital alterado seguindo o que determina a lei de licitações e lei da propaganda e que se preserve todo o trabalho e esforço despendido pelas agências participantes.

Desejamos que todos os editais cumpram seu propósito que é escolher a melhor agência para cumprir seu papel junto aos órgãos públicos e que possamos valorizar cada vez mais um mercado competente e cada vez mais forte.

SINAPRO-RS

A propaganda e o Sindicato

Há muitos anos, trabalhando na Editora Abril eu visitava os anunciantes diretamente mas o trabalho não se limitava simplesmente a vender espaço, mas principalmente, a educá-los sobre a importância da  propaganda como um instrumento fundamental para o desenvolvimento de seus negócios. Outra de nossas tarefas era a de estimular os anunciantes para que procurassem escolher uma boa agencia, esta sim, a empressa mais bem preparada para cuidar de seus interesses promocionais, e institucionais. Bons tempos aqueles…

Outro dia uma agência de médio porte, de um mercado também de médio porte, confidenciava comigo que nunca precisou de Sindicato das Agências, nem de qualquer outra instituição, já que tudo isso só servia para tomar dinheiro de associados incautos. Se fosse a alguns anos , eu lhe teria dito uma porção de desaforos e provavelmente, até desafiado  para a briga, mas hoje não tenho mais idade para isso e de alguma forma devo ter evoluído um pouco, porque consegui manter um bom comportamento. Não cito o nome da agência, nem e o de seu mercado porque ainda me resta um pouco de educação e ademais por não ter a anuência  necessária.

A posição desse cidadão me provocou engulhos, mas ainda assim, mantive a  conversa e aproveitei para colocar algumas perguntas como:

Sua agência tem usado a Tabela Referencial de Custos para criação, produção, etc?

Você sabe quantas impugnações  ou sugestões de alterações de editais foram realizadas no ultimo ano, pelo Sindicato de seu Estado ou pela própria Fenapro?

Você sabia que nos Estados onde não tem Sindicato a Fenapro faz tudo?

Sua empresa faz uso da Convenção Coletiva de Trabalho?

Você tem ideia do esforço que os Sindicatos fazem para oferecer à agencia, como a sua, eventos, seminários e cursos, de orientação jurídica, administrativa, financeira, gestão específica e outros eventos  para a atividade de agências?

Como você sabe nem todo mundo pode ir a Cannes. Mas a Fenapro num grande esforço com o Sindicato das Agências do seu Estado traz até suas agências e seus profissionais, tudo o que aconteceu no Festival.

Quantas dúvidas sobre quaisquer assuntos em torno da atividade deixaram de ser esclarecidas pelo Sindicato das Agencias de seu Estado ou pela própria Fenapro?

Você sabia que é possível adquirir softwares e todo ferramental de criação e tratamento de imagem  da Adobe por preços e prazos especiais?

Atualmente através de uma promoção especial em determinadas  épocas os descontos chegam a atingir 40% para a compra desse ferramental . É só consultar antes.

Essas são apenas algumas das muitas boas coisas que as agências podem realizar trabalhando em conjunto com o Sindicato das Agencia do seu Estado e a Fenapro.

Nossa resposta para aquele amigo ali de cima foi:

Valorize o seu Sinapro/Fenapro. Você sabe que uma andorinha só não faz verão.

Humberto Mendes – VP Executivo – FENAPRO

Connected Content fecha time de palestrantes

Em uma iniciativa que uniu Band RS, Coletiva.net, Cuentos y Circo, ESPM-Sul e Sindicato das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS), a primeira edição do Connected Content está com seu time de palestrantes definido. O evento para convidados será realizado durante um dia inteiro, em 29 de janeiro, na sede da instituição de ensino, e reunirá especialistas em conteúdo. Eles apresentarão reflexões e debaterão com o mercado publicitário gaúcho sobre a importância de repensar estratégias de comunicação para clientes.

O primeiro painel da manhã será comandado por Luciana Kritski Dias, diretora de Arte e Criação do Grupo Bandeirantes, e pelos curadores do encontro, Fernando Phulmann e Giovanna Alvarenga, sócios-proprietários da Cuentos Y Circo, agência parceira multicanal do Youtube. O trio falará sobre ‘Conteúdo Conectado’. Para tratar do tema ‘Conteúdo Produto Inserido’, está confirmada a presença de Henrique Kirilauskas, diretor de Digital e Branded Content da Band.

O turno da tarde será iniciado com ‘Conteúdo para Marcas’, ministrado pelo diretor-geral do Dia Estúdio e dos canais de YouTube Luba TV e Depois das Onze, Rafa Dias; e por Alex Rangel, diretor Comercial da LR Contents & Eventos (Brasil), LR Contens LLC (Orlando, EUA) e do canal de YouTube Lucas Rangel. Finalizam o dia, tratando de ‘Conteúdo para Empresas Públicas’, o diretor de Comunicação da Confederação Brasileira de Futebol, Douglas Lunardi; o secretário de Comunicação da Prefeitura de Porto Alegre, Orestes de Andrade Júnior.

 

 

Via >> https://bit.ly/2TXqgvd